Leia a letra de uma canção, de Ataulfo Alves, e responda às questões de 1 a 5.
Pois é
Falaram tanto que desta vez
A morena foi embora.
Disseram que ela era a maioral
E eu é que não quis acreditar
Endeusaram a morena tanto tanto
Que ela resolveu me abandonar.
A maldade dessa gente é uma arte
Tanto fizeram que houve a separação.
Mulher a gente encontra em toda parte
Mas não se encontra a mulher
Que a gente tem no coração.
1. Como você sabe, a voz que fala nos versos de um poema ou de uma canção é o eu lírico. Nessa
canção, o eu lírico se sente vítima do diz que diz de alguém.
a) O que devem ter dito à morena? Que ela era “a maioral”, uma deusa, isto é, que era uma mulher superior.
b) Levante hipóteses: O que devem ter falado à morena sobre o eu lírico?
c) Que expressão, empregada na 2ª estrofe, revela a opinião do eu lírico de que sua separação foi resultado do mau-caratismo de alguém? A maldade dessa gente.
2. Observe os três grupos de formas verbais da 1ª estrofe:
I. “A morena foi embora.”
“[...] ela resolveu me abandonar.”
II. “E eu [...] não quis acreditar”
III. “Falaram tanto [...]”
“Disseram que [...]”
“Endeusaram a morena tanto tanto”
“Tanto fizeram que [...]”
Identifique e classifique, se houver, o sujeito das formas verbais destacadas:
a) no grupo I foi: a morena, sujeito simples; resolveu: ela, sujeito simples
b) no grupo II quis: eu, sujeito simples
c) no grupo III falaram, disseram, endeusaram, fizeram: sujeito indeterminado
3. O emprego insistente da 3ª pessoa do plural revela determinada intenção por parte do eu lírico.
Qual ou quais dos itens seguintes traduzem melhor essa intenção?
a) Como o sujeito é desinencial (eles), o eu lírico, com a repetição, deseja enfatizar a maldade de
alguém.
b) Como o sujeito é indeterminado pelo emprego da 3ª pessoa do plural, cria-se uma
noção vaga a respeito de quem teria influenciado a morena com ideias negativas sobre o eu
lírico.
c) A indeterminação do sujeito, nesse texto, generaliza a referência àqueles que fizeram
comentários negativos sobre o eu lírico; ou seja, podem ser muitos ou pode ser uma única
pessoa.
4. Compare o emprego da palavra gente no 1º e no último verso da 2ª estrofe.
a) A quem ela se refere no 1º verso? Refere-se às pessoas que fizeram intrigas contra o eu lírico.
b) E no último verso, essa palavra particulariza (ou seja, refere-se só ao eu lírico), generaliza (ou seja, refere-se a todos os outros homens) ou tanto particulariza quanto generaliza?
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Atividades sobre tipos de sujeito (II) - 8º ano
De acordo com a visão do eu lírico, qual é o maior inimigo do amor? A fofoca, o diz que diz dos outros. Leia o poema, a seguir, de Vera Beatriz Sass, e responda às questões de 1 a 5.
Meio-dia
É meio-dia
no meio do mundo
balões verdes
balões vermelhos
cirandam com os raios de sol
coloridos, dispersos
refletidos nos vitrais
das igrejas.
Será o meio do mundo
no país dos egípcios
ou na Montanha Meru
dos hindus?
Bate meio-dia
no relógio solar
da capital da China,
abre-se o portão dos deuses
na Babilônia.
É meio-dia
no meio do mundo
no friozinho da barriga
do menino da rua. (Gata cigana. Erechim: Edelbra, 1991. p. 12.)
1. Há, no poema, uma oração que se repete duas vezes e que é responsável pela indicação do tempo em que ocorrem as ações verbais.
a) Qual é essa oração? É meio-dia.
b) Ela apresenta sujeito? Em caso afirmativo, classifique-o. Não, é uma oração sem sujeito.
c) Que diferença sintática ocorre entre a oração apontada no item a e esta: “Bate meio-dia / no relógio solar / da capital da China”? Na oração “Bate meio-dia”, o sujeito é meio-dia.
2. A palavra meio é empregada nesse texto com dois sentidos. Qual é o sentido dela nas expressões:
a) meio-dia? metade (metade do dia)
b) meio do mundo? centro (centro do mundo)
3. O poema tem como personagem um menino de rua. O meio-dia provoca efeitos no mundo exterior e sensações no menino.
a) Que efeitos de luz o meio-dia provoca nos vitrais das catedrais? Cria cores e formas.
b) Por que esses efeitos são associados pelo menino a balões coloridos? Porque os balões também possuem cores e formas.
c) Quanto às sensações internas do menino:
• Que palavra dos últimos versos está em oposição ao calor dos raios de sol do mundo exterior? O friozinho da barriga.
• Essa palavra indica que o menino está tendo que tipo de sensação? Fome.
4. Nos primeiros versos, ao afirmar que “É meio-dia / no meio do mundo”, o eu lírico faz referência
ao tempo e ao espaço.
a) Supor que também seja meio-dia em diferentes partes do mundo é um pensamento lógico ou
é imaginação do menino? É imaginação infantil.
b) Que lugar é o “meio do mundo” para o menino? Para ele, o meio do mundo é o meio da rua.
5. Concluindo esse estudo, assinale as afirmativas corretas:
a) O poema cria um jogo de tempo e espaço a partir das expressões “meio-dia” e “no meio do mundo”.
b) O poema trabalha com oposições, como entre o “friozinho” da barriga do menino e os raios de sol do meio-dia; entre a triste realidade da fome e o alegre mundo de imaginação da criança.
c) Na construção do poema há um movimento que caminha do geral — “é meio-dia”, “no meio do mundo” — para o particular — “no friozinho da barriga / do menino da rua”.
d) No movimento do geral para o particular verificado no poema, passa-se pelo seguinte caminho: dentro do mundo há um país, dentro deste uma cidade, e dentro desta uma rua. E nessa rua há um menino, e na barriga dele há fome. A fome, portanto, é uma situação particular, mas no poema acaba ganhando uma dimensão social e universal, já que esse menino não é o único a viver nas ruas nem o único ser humano a sentir fome.
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Meio-dia
É meio-dia
no meio do mundo
balões verdes
balões vermelhos
cirandam com os raios de sol
coloridos, dispersos
refletidos nos vitrais
das igrejas.
Será o meio do mundo
no país dos egípcios
ou na Montanha Meru
dos hindus?
Bate meio-dia
no relógio solar
da capital da China,
abre-se o portão dos deuses
na Babilônia.
É meio-dia
no meio do mundo
no friozinho da barriga
do menino da rua. (Gata cigana. Erechim: Edelbra, 1991. p. 12.)
1. Há, no poema, uma oração que se repete duas vezes e que é responsável pela indicação do tempo em que ocorrem as ações verbais.
a) Qual é essa oração? É meio-dia.
b) Ela apresenta sujeito? Em caso afirmativo, classifique-o. Não, é uma oração sem sujeito.
c) Que diferença sintática ocorre entre a oração apontada no item a e esta: “Bate meio-dia / no relógio solar / da capital da China”? Na oração “Bate meio-dia”, o sujeito é meio-dia.
2. A palavra meio é empregada nesse texto com dois sentidos. Qual é o sentido dela nas expressões:
a) meio-dia? metade (metade do dia)
b) meio do mundo? centro (centro do mundo)
3. O poema tem como personagem um menino de rua. O meio-dia provoca efeitos no mundo exterior e sensações no menino.
a) Que efeitos de luz o meio-dia provoca nos vitrais das catedrais? Cria cores e formas.
b) Por que esses efeitos são associados pelo menino a balões coloridos? Porque os balões também possuem cores e formas.
c) Quanto às sensações internas do menino:
• Que palavra dos últimos versos está em oposição ao calor dos raios de sol do mundo exterior? O friozinho da barriga.
• Essa palavra indica que o menino está tendo que tipo de sensação? Fome.
4. Nos primeiros versos, ao afirmar que “É meio-dia / no meio do mundo”, o eu lírico faz referência
ao tempo e ao espaço.
a) Supor que também seja meio-dia em diferentes partes do mundo é um pensamento lógico ou
é imaginação do menino? É imaginação infantil.
b) Que lugar é o “meio do mundo” para o menino? Para ele, o meio do mundo é o meio da rua.
5. Concluindo esse estudo, assinale as afirmativas corretas:
a) O poema cria um jogo de tempo e espaço a partir das expressões “meio-dia” e “no meio do mundo”.
b) O poema trabalha com oposições, como entre o “friozinho” da barriga do menino e os raios de sol do meio-dia; entre a triste realidade da fome e o alegre mundo de imaginação da criança.
c) Na construção do poema há um movimento que caminha do geral — “é meio-dia”, “no meio do mundo” — para o particular — “no friozinho da barriga / do menino da rua”.
d) No movimento do geral para o particular verificado no poema, passa-se pelo seguinte caminho: dentro do mundo há um país, dentro deste uma cidade, e dentro desta uma rua. E nessa rua há um menino, e na barriga dele há fome. A fome, portanto, é uma situação particular, mas no poema acaba ganhando uma dimensão social e universal, já que esse menino não é o único a viver nas ruas nem o único ser humano a sentir fome.
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sábado, 18 de maio de 2013
Atividades sobre Sujeito e Predicado - 7º ano
Leia o poema a seguir, de Mário Quintana, e responda às questões de 1 a 4.
Ritmo
Na porta
a varredeira varre o cisco
varre o cisco
varre o cisco
Na pia
a menininha escova os dentes
escova os dentes
escova os dentes
No arroio
a lavadeira bate roupa
bate roupa
bate roupa
até que enfim
se desenrola
toda a corda
e o mundo gira imóvel como um pião!
(In: Vera Aguiar, coord. Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 1995. p. 96.)
1. Observe as três primeiras estrofes do poema. Elas têm uma estrutura semelhante: primeiramente,
apresenta-se o local da ação, depois o sujeito da ação e, por fim, a ação praticada.
a) Que verso de cada uma das estrofes indica o local da ação? o primeiro verso
b) Qual é o sujeito da oração em cada uma das estrofes? 1ª: a varredeira; 2ª: a menininha; 3ª: a lavadeira
c) Quais são os verbos que exprimem as ações praticadas? varre, escova, bate
d) Que versos contêm o predicado desses sujeitos? varre o cisco, escova os dentes, bate a roupa
2. Observe o título do poema e perceba que, nas três estrofes iniciais, a repetição do predicado
produz um efeito sonoro, um ritmo.
a) Crie uma onomatopeia para imitar o som sugerido em cada estrofe.
b) Dos sons produzidos, qual é o mais forte? O produzido pela lavadeira.
3. Releia as duas últimas estrofes do poema:
a) Qual o sujeito dos verbos desenrola e gira? toda a corda; o mundo
b) A palavra corda apresenta vários sentidos. Observe:
corda: s.ƒ. 1. fio ou cabo utilizado para amarrar; 2. fio de tripa ou arame dos instrumentos
musicais; 3. mecanismo de funcionamento de relógios e brinquedos.
Qual o significado da palavra corda no poema?
arroio: regato, pequeno riacho.
a) Para pôr um pião em movimento, é preciso fazê-lo rodar com uma corda ou fieira. No poema,
que ações fazem o mundo entrar em movimento até ficar girando como um pião?
As ações das pessoas, em seu trabalho ritmado (varrer, escovar, bater), criam o impulso para fazer o mundo girar.
b) Explique essa aparente contradição: como pode o mundo girar se ele está imóvel?
O movimento do pião e do mundo é contínuo e uniforme, de modo que não o notamos.
5. É comum empregarmos o pronome na função de sujeito para evitar a repetição de termos.
Nas sequências das orações seguintes, elimine os pronomes que exercem a função de sujeito e
ligue as orações com as palavras ou expressões indicadas. Faça as adaptações necessárias.
a) Pedro só tem sete anos. Ele já faz cada pergunta... (mas) Pedro só tem sete anos, mas já faz cada pergunta...
b) O candidato fala muito bem. Ele convence qualquer eleitor. (tão... que)
c) Eles não vieram jantar. Eles não telefonaram para avisar. (nem) Eles não vieram jantar nem telefonaram para avisar.
d) Meu pai saiu muito cedo hoje. Ele tinha uma reunião com seu chefe. (porque)
e) Minha mãe chegou do trabalho. Ela viu aquela bagunça na sala. Ela me deu a maior bronca.
(quando – e) Quando minha mãe chegou do trabalho e viu aquela bagunça na sala, me deu a maior bronca.
6. Você aprendeu que qualquer palavra substantivada pode desempenhar a função de sujeito.
Assim, é comum, por exemplo, o locutor substituir um substantivo por um verbo, com a finalidade de realçar o sujeito, de dar-lhe mais ênfase. Observe esta situação:
A vida é muito boa.
Viver é muito bom.
Faça o mesmo tipo de substituição nestas orações:
a) Filho, a discussão nem sempre resolve. discutir
b) Em determinadas situações, o riso é o melhor remédio. rir
c) A pesca é o esporte favorito de muitos brasileiros. Pescar
d) O estudo e o trabalho são necessários a todo ser humano, mas também é preciso divertimento. Estudar e trabalhar / divertir-se
e) A briga não leva a nada. Brigar
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Ritmo
Na porta
a varredeira varre o cisco
varre o cisco
varre o cisco
Na pia
a menininha escova os dentes
escova os dentes
escova os dentes
No arroio
a lavadeira bate roupa
bate roupa
bate roupa
até que enfim
se desenrola
toda a corda
e o mundo gira imóvel como um pião!
(In: Vera Aguiar, coord. Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 1995. p. 96.)
1. Observe as três primeiras estrofes do poema. Elas têm uma estrutura semelhante: primeiramente,
apresenta-se o local da ação, depois o sujeito da ação e, por fim, a ação praticada.
a) Que verso de cada uma das estrofes indica o local da ação? o primeiro verso
b) Qual é o sujeito da oração em cada uma das estrofes? 1ª: a varredeira; 2ª: a menininha; 3ª: a lavadeira
c) Quais são os verbos que exprimem as ações praticadas? varre, escova, bate
d) Que versos contêm o predicado desses sujeitos? varre o cisco, escova os dentes, bate a roupa
2. Observe o título do poema e perceba que, nas três estrofes iniciais, a repetição do predicado
produz um efeito sonoro, um ritmo.
a) Crie uma onomatopeia para imitar o som sugerido em cada estrofe.
b) Dos sons produzidos, qual é o mais forte? O produzido pela lavadeira.
3. Releia as duas últimas estrofes do poema:
a) Qual o sujeito dos verbos desenrola e gira? toda a corda; o mundo
b) A palavra corda apresenta vários sentidos. Observe:
corda: s.ƒ. 1. fio ou cabo utilizado para amarrar; 2. fio de tripa ou arame dos instrumentos
musicais; 3. mecanismo de funcionamento de relógios e brinquedos.
Qual o significado da palavra corda no poema?
arroio: regato, pequeno riacho.
4. No poema, o mundo é comparado a um pião.
a) Para pôr um pião em movimento, é preciso fazê-lo rodar com uma corda ou fieira. No poema,
que ações fazem o mundo entrar em movimento até ficar girando como um pião?
As ações das pessoas, em seu trabalho ritmado (varrer, escovar, bater), criam o impulso para fazer o mundo girar.
b) Explique essa aparente contradição: como pode o mundo girar se ele está imóvel?
O movimento do pião e do mundo é contínuo e uniforme, de modo que não o notamos.
5. É comum empregarmos o pronome na função de sujeito para evitar a repetição de termos.
Nas sequências das orações seguintes, elimine os pronomes que exercem a função de sujeito e
ligue as orações com as palavras ou expressões indicadas. Faça as adaptações necessárias.
a) Pedro só tem sete anos. Ele já faz cada pergunta... (mas) Pedro só tem sete anos, mas já faz cada pergunta...
b) O candidato fala muito bem. Ele convence qualquer eleitor. (tão... que)
c) Eles não vieram jantar. Eles não telefonaram para avisar. (nem) Eles não vieram jantar nem telefonaram para avisar.
d) Meu pai saiu muito cedo hoje. Ele tinha uma reunião com seu chefe. (porque)
e) Minha mãe chegou do trabalho. Ela viu aquela bagunça na sala. Ela me deu a maior bronca.
(quando – e) Quando minha mãe chegou do trabalho e viu aquela bagunça na sala, me deu a maior bronca.
6. Você aprendeu que qualquer palavra substantivada pode desempenhar a função de sujeito.
Assim, é comum, por exemplo, o locutor substituir um substantivo por um verbo, com a finalidade de realçar o sujeito, de dar-lhe mais ênfase. Observe esta situação:
A vida é muito boa.
Viver é muito bom.
Faça o mesmo tipo de substituição nestas orações:
a) Filho, a discussão nem sempre resolve. discutir
b) Em determinadas situações, o riso é o melhor remédio. rir
c) A pesca é o esporte favorito de muitos brasileiros. Pescar
d) O estudo e o trabalho são necessários a todo ser humano, mas também é preciso divertimento. Estudar e trabalhar / divertir-se
e) A briga não leva a nada. Brigar
Fonte: Português: Linguagens — William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães
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Atividades sobre predicado
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Exercícios sobre Sujeito e Predicado
Leia a tira a seguir e responda às questões 1 e 2.
(Fernando Gonsales. FaSia de í Paulo, ii/7/2005.)
1) Nestas orações da tira:
"Nosso amor é impossível!”
“Já estou apaixonada por outro”
a) identifique o sujeito e o predicado de cada uma.
b) identifique o verbo de ligação de cada uma.
c) indique a função sintática dos termos impossível e apaixonada.
2) A frase do balão do 1° quadrinho tem duplo sentido.
a) Explique o duplo sentido, considerando apenas esse quadrinho.
b) No 2° quadrinho, por que o motivo dado para a impossibilidade do amor é engraçado?
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Aula: Introduzindo o assunto Sujeito e Predicado
(Fernando Gonsales. FaSia de í Paulo, ii/7/2005.)
1) Nestas orações da tira:
"Nosso amor é impossível!”
“Já estou apaixonada por outro”
a) identifique o sujeito e o predicado de cada uma.
b) identifique o verbo de ligação de cada uma.
c) indique a função sintática dos termos impossível e apaixonada.
2) A frase do balão do 1° quadrinho tem duplo sentido.
a) Explique o duplo sentido, considerando apenas esse quadrinho.
b) No 2° quadrinho, por que o motivo dado para a impossibilidade do amor é engraçado?
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